Nenhuma novidade em afirmar que o “pulmão do mundo” não é Amazônia. As microalgas e cianobactérias respondem pela produção da maior parte do oxigênio do planeta. Mas é em uma espécie de microalga, a Aphanothece microscopica Nägeli, que um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) investe para aumentar a taxa de consumo do gás carbônico (CO2), principal causador do efeito estufa. Por meio de um fotobiorreator (reator que usa luz e organismos vivos), elas fazem a conversão do CO2 em oxigênio de forma mais eficiente.Os dados preliminares apontam que a assimilação de gás carbônico das microalgas ou cianobactérias no fotobiorreator é 44 mil vezes maior se comparado aos processos de seqüestro de carbono das árvores de reflorestamento (Pinus e Eucalipto). Ou seja, em escala laboratorial, a remoção do carbono pela microalga fica em torno de 100 gramas do gás por hora a cada grama de cianobactéria, chamada de matéria seca. Já as árvores, apresentam taxa de consumo de 0,0023 gramas de gás carbônico por hora.
Fonte: Comciência
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